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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Da morte. Schopenhauer

"Que a mosca que agora zumbe à minha volta adormeceesta noite e amanhã recomeça a zumbir, ou se à noite ela morre, e na primavera uma outra moscanascida do seu oivo vem zumbir - isso é em si uma só e mesma coisa, e o conhecimento que apresenta tudo isso como duas coisas radicalmente distintas não é absoluto, mas relativo, é o conhecimento do fenômeno, e não da coisa em si. (...) Assim, a cada moneto no tempo, todos os gêneros animais, desde a mosca até o elefante, estão todos reunidos. Eles se renovaram muitas milhares de vezes, mas permanecem, a despeito disso, os mesmos. (...) Tal é a imortalidade no tempo. Em razão desta, a despeito de milênios de morte e decomposição, nada ainda se perdeu, nenhum átomo de matéria, e muito emnos uma só parcela do ser íntimo que se apresenta a nós como natureza."
Da morte. Arthur Shopenhauer

Feriado de carnaval

Eu e os meus preferimos ficar em casa, curtindo a TV a cabo, comendo pizza, coisas mais lights. Talvez eu quisesse toda essa lerezeira a muito tempo e não tivesse tido oportunidade... Bom, também preciso prosseguir na luta por um novo emprego. Sabe né, percebi que esse aqui não é meu sonho... É puro glamour para muita gente, mas não sinto aquela sensação de auto realização, vejo coisas que não gosto, sentimentos que não gosto e as pessoas que gosto não estão por aqui. Respeito quem me cerca, o local é muito interessante, mas não é o que sonhei. Então, não gosto desse emprego e ponto ( ufa, que desabafo!).
Tenho vontade de fazer algumas coisas, de conhecer New York (Uau!) e mais alguns lugares... Apenas. Mas só quando tiver disposta a encarar determinados transtornos. No momento tô enfrentando os encalçes dos concursos. Tenho ido mal... Sabe né, para chegar lá não dá para ficar mediana, tem que ser a melhor. Sei que no momento certo... mas às vezes o momento certo tarda demais. Pense que tive Bê e Pê faz uns 12 anos e faz uns 10 anos que tenho lutado na área de educação - é complicado...