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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Da morte. Schopenhauer

"Que a mosca que agora zumbe à minha volta adormeceesta noite e amanhã recomeça a zumbir, ou se à noite ela morre, e na primavera uma outra moscanascida do seu oivo vem zumbir - isso é em si uma só e mesma coisa, e o conhecimento que apresenta tudo isso como duas coisas radicalmente distintas não é absoluto, mas relativo, é o conhecimento do fenômeno, e não da coisa em si. (...) Assim, a cada moneto no tempo, todos os gêneros animais, desde a mosca até o elefante, estão todos reunidos. Eles se renovaram muitas milhares de vezes, mas permanecem, a despeito disso, os mesmos. (...) Tal é a imortalidade no tempo. Em razão desta, a despeito de milênios de morte e decomposição, nada ainda se perdeu, nenhum átomo de matéria, e muito emnos uma só parcela do ser íntimo que se apresenta a nós como natureza."
Da morte. Arthur Shopenhauer

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