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sábado, 26 de março de 2011

Um buquê de amores

Dia desses estava num curso em Salvador, tive que passar alguns dias e quando retornei estava cansada e morta de saudades da minha família. Quando cheguei à bonfim liguei para Geraldo e este disse que eu não viesse de táxi para casa pois este sairia do trabalho e viria me buscar. Cheguei à rodoviária no horário combinado, cansada e meio estressada, sintomas de mulher. Nada de Geraldo. passam um, passam, dois, passam quinze minutos. Liguei, liguei e nada. respirei contive a TPM, grande inimiga ( por vezes amiga) e esperei meia hora. De repente adentra a rodoviária e tudo se ilumina : meu filhinhos Gilberto e Paulo e meu Geraldo lindos, Gê com um buquê de roisas vermelhas nas mãos e um sorriso lindo. Não gritei, não corri fiquei meio pétrida, não imaginara aquilo: os três homens mais lindos do mundo ali, bem arrumadinhos, sorrindo para mim com um buquê de rosas vermelhas nas mãos, as minahs favoritas. Aí abraçei, ah, sorri, ah fiquei toda toda. Não é todo dia que recebemos flores não é? Bom, mas todo dia recebemos faíscas de felicidade que precisamos aprender a identificar: raios de sol, pingos de chuva, nuvens, sorrisos, beijos e outras coisitas mais que muitas vezes nem nos importamos. Depois daquele buquê de amores, nem as flores conseguem ser tão belas assim...

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