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sexta-feira, 5 de março de 2010

Existem alguns fatores que diferenciam a educação em países como a Coréia e a Finlândia do Brasil. Lá eles investem uma porcentagem maior do PIB no setor educacional, priorizam a educação básica, elaboram estratégias de incentivo a docência, utilizam inovações educacionais no processo de ensino-aprendizagem, priorizando a aprendizagem contextualizada, voltada para aplicação do conhecimento em áreas avançadas. A China não hesita em utilizar exemplos positivos para investir em sua educação e está subindo no ranking mundial.

O Brasil têm criado algumas políticas para a superação de seus problemas educacionais: têm investido no estímulo a docência, está experimentando estratégias educacionais ( isso há algumas décadas) e o investimento no setor não é tão ruim. Porém, a aplicação de recursos educacionais no Brasil não está de fato direcionada para a redução da evasão e repetencia, ainda que se diga que sim. A evasão e repetência não é reduzida através de núemros, mas sim de efetivo aprendizado.A perspectiva de educação integral poderia auxiliar nessa questão, mas se for devidamente programada e houver um bom investimento inclusive em capacitação docente para tal. Apesar do investimento atual na formação de professores, muitas vezes não há formação efetiva, os professores já vem com déficit em sua formação básica e não priorizam as práticas pedagógicas que de fato dêem resultados e sim suas preferências ( muitas vezes por comodismo).

Os brasileiros ainda estão muito voltados ao exercício da memorização em detrimento da associação de saberes e sua contextualização, isso é um problema que vêm desde a educação básica. A docencia necessita ser uma área valorizada já que dela depende o bom desenvolvimento do país e isso não se relaciona apenas com a questão salarial, mas com o reconhecimento do trabalho e incentivo a progressão na carreira.

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