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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010


Meus lutadores de jiu jitsu - Paulo e Gilberto

Mergulho na profundidade

Agora eu sei porque existem pessoas que ainda que não tenham muito talento para determinadas coisas imergem no desenvolvimento de alguma habilidade e conseguem superar a si mesmas: grandes musicistas, pintores de excelência, poetas apaixonados... Esse processo de imersão numa atividade específica denomino de "mergulho na profundidade". Meu desinteresse em nomear essa ação de mergulho profundo se dá pelo fato de não querer qualificar um mergulho na acepção própria da palavra. Não denomino essa ação de mergulhar na profundidade pois não tenho intençao de enfatizar o ato em si. "Mergulho" caracteriza algo que se constituiu numa ação mas que se foi aprisionada numa coisa, num substantivo comum que de maneira simples quer dar nome a algo que não pode ser totalmente compreendido. A expressão "na profundidade" caracteriza um território que anseia por uma denominação mas que possui existência em si, independente das necessidades convencionais de nomenclatura. Esse ato aprisionado que ocorre num lugar com existência em si é a maneira mais próxima que pude encontrar para caracterizar um grande refúgio que talvez tenha uma aparência meio autista, talvez meio espetacular e que concebe ao ser que se refugia a capacidade de ter excelência em algo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Reflexão sobre os saberes docentes

Maurice Tardif (2007) coloca algumas afirmações acerca da formação do professor: a composição múltipla do saber docente como constituído por saberes profissionais, disciplinares, curriculares e experienciais, a desvalorização do corpo docente em relação a propriedade destes saberes e sua transmissão e a ênfase dada aos saberes experienciais docentes. Dentre estes saberes Tardif enfatiza a importância dos saberes experienciais como basilares à formação do professor ressaltando que estes se expressam na forma de habitus e habilidades, produzidos e avaliados na experiência. É importante enfatizar o interessante destaque dado por Tardif aos saberes experienciais enquanto formadores da “cultura docente”. De acordo com o autor esses saberes da experiência não se constituem em técnicas, mas estão enraizados num contexto de múltiplas interações. Faz-se importante inserir a identificação da complexidade do espaço escolar pelo autor, ainda que não utilize este termo.

Enfatizando a importância a ser dada aos saberes experienciais o autor os expõe como que “polidos” pela prática, reorganizados, reconstruídos no exercício docente. É de fundamental importância perceber e aproveitar os saberes docentes em cursos de capacitação e formação de professores de modo a possibilitar a efetivação de uma aprendizagem significativa, no sentido atribuído por Ausubel[1], além de proporcionar a construção coletiva de propostas de práticas a partir de uma ação dialógica e exercitada pela escuta sensível.


Acredito que tanto na universidade quanto na educação básica oprofessor encessita se dedicar tanto ao ensino quanto a pesquisa, é isso que nos fazer desconstruir e reconstruir relações, vivências, crenças, verdades... Infelizmente muitas vezes essa oportunidade não é dda ao rpofessor da educação básica que tem sido visto como um mero transmissor de saberes, um simples difusor da cultura socialmente instituída... Mas um dos nosso papeis na universidade (nos cursos de licenciatura) é resgatar esse professor, trazê-lo à vida da dinâmica dos saberes...


Concordo com a necessidade do professor universitário se perceber como um ser múltiplo que se envolva com o ensino, a pesquisa, a extensão e a gestão - que tenha o compromisso com a socieddae a partir de seu compromisso com a universidade. Por isso penso a universidade como um espaço de imersão no saber, de devolução social e não como um espaço morto, compartimentado, reprodutor.



Referência Bibliográfica

TARDIF, Maurice. Os professores diante do saber: esboço. In: Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis,RJ: Vozes, 2007.8.ed.

sábado, 11 de setembro de 2010

Para meu Gegê

Existem pessoas que conhecemos na infância e ainda que distantes espacialmente, mantêm a conexão conosco.
Outras pessoas entram em nossas vidas e apenas deixam boas ou más impressões, mas não nos trazem grandes modificações existenciais.
Um terceiro grupo de pessoas surge tardiamente em nossa história, conquista nosso afeto e complementam, apenas, nosso âmbito de relações.
Não consegui te identificar em nenhum desses perfis - nossa história é nova, significativa e inteira.
Percebi que a própria natureza pode ilustrar o "seu lugar" no meu mundo, na imagem de um "sereno furacão". Quão contraditória essa metáfora! Como a intensidade pode conviver com a serenidade? Nossa explicação é empírica!
Mas não se preocupe com classificações, o que sentimos possui uma lógica própria, o que eu gostaria de te dizer o seu olhar me diz a cada dia.

Beijos amor.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Um conto de natal...

Certo dia uma garota estava desacreditada pois se aproximava o natal e ela não tinha esperança de ganhar um presente, dada a desatenção daqueles que a cercavam. Ela ficava triste, meio chorosa atordoada...Criança sem brinquedo em pleno natal não é uma cena muito alegre para se ver ainda que os entido do natal não esteja diretamente vinculado a presentes... Bom... a questão é que no dia do natal a menina estava super triste, chateada pois sabia que não seria presenteada e via as demais crianças felizes, comemorando. À noitinha, recebeu uma ligação: do próprio papai Noel! Para seu espanto o bom velhinho veio lhe buscar e deram um maravilhosos passseio na carruagem, visistando os telhados de toda a cidade, distribuindo presentes... Ao final da noite a menina foi devolvida ao seu lar e recebeu uma linda boneca. Quando acordou pela manhã a mãe da garota questionou se ela havia gostado do presente do papai Noel. A bela menina havia lhe dito que a grande amizade que conseguira fora o maior presente...

Uma noite, um sonho, uma realidade. Não era natal, mas o presente... Ah esse é muito real!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Síndrome da mulher sem paixão

Não entendo porque não sinto mais paixão pelos homens que me cercam ( exceto meus filhos). Antes me apaixonava normalmente várias vezes... Mas agora são alguns apaixonados e eu...nada, nem fico com eles. Que síndrome é esta? A da mulher sem paixão? Aff a vida prega cada peça, logo eu, uma mulher apaixonada pela vida...

domingo, 28 de março de 2010

Estava aqui, desacreditada do romantismo das "pessoas contemporâneas" quando ouvi um tombo na sacada do meu quarto.

Me levantei sobressaltada, e me dirigi à porta de vidro que dá acesso à sacada.
Me debrucei sobre o parapeito e olhei para rua que jazia solitária e escura, até sentir algo próximo ao meu pé: um chocolate!

Que delícia a visão de um chocolate, porém, no mundo em que vivemos, cincundados pelas inúmeras ameaças da vida moderna - assaltos, envenenamentos, magia negra... Desconfiei daquele pequeno objeto de prazer e....não o comi (alertada por um amigo virtual que teve sua vida em reviravolta após comer uma bala que continha um pó rosa...).

Mas esse chocolate propiciou a existência de uma cor diferente na minha noite, um sabor diferente nos meus pensamentos...

sexta-feira, 5 de março de 2010

Stephen Hawking permanece numa verdadeira guerra ( ipsi liter) para relacionar a mecânica quântica com a teoria da relatividade...tá me imaginando nessa história???

Essa história da carrochinha de que existem leis gerais que governam o mundo não colam mais. O universo micro e o macro estão interligados, fazem parte de um todo dinâmico, interrelacional e autopoiético mas até onde sabemos não estão regidos pelas mesmas leis gerais. Digo "até onde sabemos" pq as verdades são relativas e podem ser provisórias...

Logo como podemos utilizar as leis micro p o universo social??? Sim até fazemos muitas interrelações, vide a Teoria Geral dos sistemas de Bertalanffy, no quanto é levada p a esfera social humana por outros autores... A gente pode fazer uma concepcao de nos mesmos" através de nossa própria racionalidade.... E através de uma ciência social conflituosa e falha também. De fato!
Existem alguns fatores que diferenciam a educação em países como a Coréia e a Finlândia do Brasil. Lá eles investem uma porcentagem maior do PIB no setor educacional, priorizam a educação básica, elaboram estratégias de incentivo a docência, utilizam inovações educacionais no processo de ensino-aprendizagem, priorizando a aprendizagem contextualizada, voltada para aplicação do conhecimento em áreas avançadas. A China não hesita em utilizar exemplos positivos para investir em sua educação e está subindo no ranking mundial.

O Brasil têm criado algumas políticas para a superação de seus problemas educacionais: têm investido no estímulo a docência, está experimentando estratégias educacionais ( isso há algumas décadas) e o investimento no setor não é tão ruim. Porém, a aplicação de recursos educacionais no Brasil não está de fato direcionada para a redução da evasão e repetencia, ainda que se diga que sim. A evasão e repetência não é reduzida através de núemros, mas sim de efetivo aprendizado.A perspectiva de educação integral poderia auxiliar nessa questão, mas se for devidamente programada e houver um bom investimento inclusive em capacitação docente para tal. Apesar do investimento atual na formação de professores, muitas vezes não há formação efetiva, os professores já vem com déficit em sua formação básica e não priorizam as práticas pedagógicas que de fato dêem resultados e sim suas preferências ( muitas vezes por comodismo).

Os brasileiros ainda estão muito voltados ao exercício da memorização em detrimento da associação de saberes e sua contextualização, isso é um problema que vêm desde a educação básica. A docencia necessita ser uma área valorizada já que dela depende o bom desenvolvimento do país e isso não se relaciona apenas com a questão salarial, mas com o reconhecimento do trabalho e incentivo a progressão na carreira.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Viver... e não ter a vergonha de feliz... cantar e cantar e cantar...
Não consigo me caracterizar como detentora do conhecimento. Acredito que o processo de ensino-aprendizagem é recíproco - todo mundo aprende, os alunos com o professor e o professor com os alunos.

Ontem ministrei a primeira aula de didática das ciências do semestre 2010.1 com alunos do 2º período do curso de ciências da natureza da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco) e acredito que juntos aprendemos muitas coisas. Discutindo o programa e o plano didático da disciplina dialogamos acerca do compromisso com a disciplina, das possibilidades de aquisição de saberes, de qual saberes e nesse entremeio discutimos que na vida para tudo que fizermos temos que fazer o melhor. Diversos momentos na vida nos proporcionam crescimento e devemos nos entregar àqueles que consideramos que vão nos gerir melhores frutos - tudo que vivemos nos transforma e o principal de tudo é que não desejemos ser melhores do que ninguém, mas sim a cada instante ser melhores do que nós mesmos, num imenso processo transformador - isso é o que eu chamo de aprendizagem.
Tenho medo de uma morte trágica, por assassinato por exemplo. Sei que às vezes, quando se é ferido a gente acaba meio anestesiado ( já fui ferida)... Mas não gostaria de ter uma morte cruel, nem gostaria de morrer cedo, tenho muito em que contribuir ainda, muitas coisas a construir. Às vezes penso: - Tenho q me manter bem e prosseguir, o que seria dos meninos se eu não estivesse aqui?

Sou uma pessoa bem medrosa... Mas gosto um pouco disso em mim, evita que eu faça coisas muito perigosas... às vezes acabo fazendo, sei disso. Tenho medo de ser agredida, ou que meus filhos o sejam. Também tenho medo de me deparar com coisas que eu não possa explicar, ou não exercer o controle. Sei que na vida não temos controle de tudo, mas o que podemos controlar nos deixa mais seguros. Em relação a sentimentos sei que não controlo muito bem, mas disso não tenho medo.

Às vezes passamos por situações que nos provam que não controlamos totalmente nosso destino, mas podemos fazer muitas escolhas sim, e essas escolhas nos conduzem a determinados caminhos. Não digo que os destinos estão traçados e que cada caminho demarca um destino, mas cada escolha tem conseguêncais referentes a ela. Mas também podemos seguir por desvios... os caminhos não são lineares...
É preciso auxiliar sim na formação de pessoas que possam exercer a sua cidadania através de sua capacidade de pensar criticamente acerca da realidade. Não considero que a escola deva "moldar pessoas", mas possibilitar situações que as auxiliem na construçãod e saberes que perpassam pelo aprender a aprender conceitos, procedimentos e atitudes positivas perante a vida. Acredito que as pessoas precisam aprender a fazer escolhas positivas, perceber-se enquanto seres que podem criar, pensar, refletir, criticar e construir, muito mais do que pessoas que devem acumular saberes historicamente construídos como se pensava até então. A história existe para revelar que não existem verdades absolutas e que os acontecimentos não são lineares, mas o presente nos possibilita a oportunidade de fazer, de aprender a saber fazer, de nos apropriar de saberes e criar possibilidades. Tudo que nos cerca nos disponibiliza saberes - a televisão, a internet, o barzinho da esquina, a igreja, o quintal, a rua - mas nem todos estes saberes nos são pertinentes, é preciso saber filtrar, eis um dos grandes desafios da educação na atualidade ( por isso é importante o desenvolvimento da autonomia e criticidade do indivíduo).
Desisti de cursar odontologia, como meu pai. Hoje acredito que talvez eu não pudesse ser uma dentista fantástica, visto que não tenho muitas habilidades manuais... Gosto muito de dar o melhor de mim no que faço e talvez pudesse me frustrar... Prefiro encontrar possíveis causas da minha mudança de rumo, não gosto de ver isso como desistência de sonho. Prefiro enumerar minhas conquistas, relembrando todos os desafios que tive que superar para galgar metas, bater palmas e dizer p eu mesma: Pode até não se sentir, mas é uma pessoa e tanto!
Desisti de cursar odontologia, como meu pai. Hoje acredito que talvez eu não pudesse ser uma dentista fantástica, visto que não tenho muitas habilidades manuais... Gosto muito de dar o melhor de mim no que faço e talvez pudesse me frustrar... Prefiro encontrar possíveis causas da minha mudança de rumo, não gosto de ver isso como desistência de sonho. Prefiro enumerar minhas conquistas, relembrando todos os desafios que tive que superar para galgar metas, bater palmas e dizer p eu mesma: Pode até não se sentir, mas é uma pessoa e tanto!
Sempre espero sucesso dos meus alunos. Quando faço o meu planejamento ( e refaço durante todo o semestre) sempre me aproprio das leituras, experiências de minha profissão e saberes dos próprios alunos para construir aulas que permitam que eles possam ter contato com o conhecimento de maneira ativa, interessante e construtiva. Às vezes demoro dias pensando como vou desenvolver uma disciplina e às vezes mudo tudo que pensei.

Costumo manter contato com ex-alunos de maneira a saber acerca de seus caminhos e progressões profissionais e pessoais. Tenho muitos ex-alunos no orkut, por isso tenho usado dois.

Quando percebo que alguém não está bem ou feliz, ou aprendendo reavalio o meu trabalho. Existem pessoas que realmente necessitam de coisas que não posso prover, como amadurecimento, aí tento ter paciência, mas utilizo muita sinceridade. Ninguém têm obrigação de me amar como pessoa, mas procuro fazer um trabalho que seja amável, pois me entrego a tudo que faço.

O sucesso dos meus alunos é o reflexo do meu trabalho!
"É complicado pensar em quem sou eu. Racionalmente diria: sou uma
professora universitária, super-pãe de dois garotos incríveis, meio
boba, meio atrapalhada, meio louca... Amo ciências, amo a educação, amo
filmes, música, vinho, amo amar constantemente. Prefiro relativizar as
coisas mas posso dizer que minha essência é do bem. Sou um ser-sendo-com
em constante reconstrução..."

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Reflexões

1 – Quando eu era menina eu já sabia o que era mais importante (o amor ), mas não sabia que no mundo existe tanta perversidade, que às vezes o bem não ganha no final e que ainda que façamos tudo para manter a ordem e não alterar o equilíbrio do universo que nos cerca, isso ainda é muito pouco, pois estamos ligados numa trama em que nossa vontade não é o único elemento determinante.
2 - Vou para onde for necessário, para onde minhas metas me conduzirem, não importa aonde seja.
3 – A inteligência é um afrodisíaco realmente incrível. Um cara inteligente não me ganha, me nocauteia. Já fui nocauteada duas vezes na vida.
4 – Nem todas os homens são iguais ...mas ... acredito que boa parte deles esteja numa crise de "lugar social" no momento. Isso traz tantos problemas p nós mulheres. Mas somos causadoras dessa crise.
5 – Se eu não fosse a Gisele ...gostaria de ser uma missionária ou uma ótima cantora de música popular brasileira.
6 – Nas esquinas da vida encontro hoje um univverso estranho. Assumi desde ano passado um papel social de muita responsabilidade. Enquanto vivia na mesma casa q minha mãe, ainda que tivesse um emprego universitário ( mas em outra ciddae da que eu morava) podia ser moleca, louca, livre. Hoje, como uma mãe responsável, uma professora universitária respeitável, uma provedora total da minha família, distante dos amigos e familiares que tanto amo me vejo num papel diferente, sei que tenho que estar íntegra em todos os sentidos para que minha família possa ser feliz.
7 – O difícil no casamento é quando as pessoas não percebem que é indispensável ou não querem exercitar a tolerância, o respeito e a cumplicidade.
8 - Uma música que revela parte de mim é "Força estranha".
9 – Quando escutei esse clipe, lendo a legenda...chorei. Gostaria de ser amada novamente como acredito ter sido um dia.
10-Acredito que o amor que vale apena é aquele em que cada um ama porque quer amar, se entrega totalmente s esperar retornos, pelo gosto de amar, em que não nos perdemos de nós mesmos, mas nos entrelaçamos no outro
.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Na décima edição do Big Brother Brasil, reality show transmitido pela Rede Globo, o participante Dourado tem gerado polêmica. A postura homofóbica, machista e violenta do participante não é a principal causa de sua fama - o alto índice de aceitação do Dourado, tido como um dos preferidos do programa tem trazido várias reflexões: Qual o perfil dos jovens do nosso país? Desconsiderando notícias que permeiam a net que revelam q alunos e parentes do Dourado têm fechado lan houses p votar a favor do participante, o ranking de 38 % dos votos p que ele saísse, de 70 milhões, contra os 55% de uma de seus adversários que não demonstrou conduta muito ofensiva, demonstra a grande aceitação do dito cujo.

Na net um blogueiro oferece dividir 50 mil c as pessoas que participarem da campanha FORADOURADO enquanto milhares de jovens do país aplaudem o comportamento do Dourado e de sua principal companheira de programa Lia, garota que está lançando mais uma moda obscena no país, a dança da bundinha maluca (Aff, ninguém merece essa!). Um site de revista internacional já acionou campanha contra o tal Dourado, trazendo que Big Brother Brasileiro homofóbico pode ganhar programa.

Qual o motivo de tanta popularidade de alguém que diz em rede nacional que gostaria de ter mandado uma colega de programa para o hospital de tanto dar porrada e quebrar o dedo dela. Comos e justifica a nossa sociedade jovem concordar com alguém que afirma que só homossexuais pegam AIDS? pelo amor de Deus...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Olhos que vêem e nem sempre enxergam...


Olhos que...
Vêm
Enxergam
Percebem
Sentem.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Homens feios x bonitos

Já ouviram falar que quem ama o feio bonito lhe parece né?
Isso significa que não há um padrão de beleza na verdade, mas claro que existem aproximações dentro do que foi socialmente instituído. Existem homens que considero bonitos e minhas amigas não e vice-versa.
A questão que conta bastante não é a beleza em si mas o conjunto de características que instigam mais a cada mulher. O estereótipo geral de beleza é meio vazio, até porque o desejo feminino é suscitado a partir dos cinco sentidos ao contrário dos homens que têm uma significativa preferência pelo visual.
Claro q nós mulheres admiramos um belo rosto, peitoral ou bumbum, mas isso não limita o nosso desejo.
Quando a questão do tratamento dos homens as mulheres realmente percebemos que os homens menos favorecidos em relação a estetica se empenham mais em agradar a mulher amada em outros aspectos, mas isso tem várias exceções... isso vai do belo ao falo. Existem homens feios mas por serem terem o falo bem desenvolvido explanam seu "orgulho de macho" tratando as mulheres de maneira não agradável - ah, isso acontece meu bem! E outros homens entretando "compensam" seu desfavorecimento em termos de "cms" com mais carinhos, mais preliminares...
Já tive namorados feios e agradabilíssimos e outros insuportáveis (não dava para continuar o namoro com essa renca né?) e namorados lindos e chatérrimos...
Fala sério: o conjunto é q favorece. para mim inteligência e sabedoria são fundamentais!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A existencia nos conduz a caminhos lineares. Alguém surge p quebrar os ciclos e é resarchado! Um século depois se descobre essa nova verdade. Outro ciclo se constrói, um século depois... E quando surge outro transgressor, este também é resarchado! Thomas Kuhn já falava da quebra de paradigma e Bachelard q construção do conhecimento predispõe a superação dos obstáculos epistemologicos... O grande problema é que todo mundo ouve e não escuta...Todo mundo vê e não enxerga.. Às vezes é necessário um terremoto p que as pessoas saim da melodia dos ciclos lineares e sintam o bater das asas das borboletas

domingo, 24 de janeiro de 2010

Hoje estou sozinha a espera dos meus guris. Estar comigo mesma, sem eles me deixa incompleta. Ao redor tenho tudo que quero. Quer dizer, quase tudo, mas sem eles esse tudo se sistematiza ao nada. O que faz um ser humano se vincular assim a outro ser?
Quando a gente ama demais passa a depositar nossas expectativas no outro. Tenho que reaprender a me voltar mais p eu mesma: saborear o amor-próprio, voltar-me p o ser egoístico. Tanta luta p pensar mais nos outros, ser bom e hoje preciso resgatar-me enquanto ser. Irônico isso. Se para amar os outros precisamos nos amar mais anteriormente então o outro faz parte de mim, estamos interligados, intrinsecamente.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Hoje estou confusa. Aprendi que às vezes aquilo que imaginamos nos fazer felizes também nos leva ao caos. Não me refiro a nada socialmente prejudicial como álcool ou outars drogas. Me refiro a paixão. A paixão me trouxe uma sensação intensa de prazer carnal, liberdade e diversão. Ao mesmo tempo me fez sentir prisioneira de algo não construtivo, redutiva, reduzida, incomodada. Acredito que um amor construído que seja positivo deve vir alicerçado no respeito, na lealdade, na cumplicidade.Paixão definitivamente não é amor. O que me leva a pensar em paixão então ao que corrompe meu peito? A fulgacidade, a insegurança, a insatisfação...